Você já quis que noites simples nunca acabassem? Eu também, mas tenho certeza de que não é sobre mim que você quer ler. Apresento-lhes dois rapazes: um mais velho, um mais novo; um dava aulas, outro ainda as recebia; um morava sozinho, outro ainda procurava emprego para 'dividir o apê' com os amigos. Não que fossem opostos entre si, mas ainda assim divergentes. E se não o fossem, não teria graça, não é?
O professor havia acabado de chegar de viagem, uma semana fora. Enquanto o outro ficou ansiosos pela chegada deste. Permitam-me atrasar-me um pouco: Logo de início, conversaram dias sobre sexo e preferências sexuais; logo depois passaram para assuntos mais pessoais e então falavam sobre sexo entre os dois. A volta dessa viagem seria o estopim para que todas as expectativas de ambos se realizassem, ou não.
Naquele dia, o mais jovem havia ido visitar parentes que chegavam de viagem (engraçado, não?). Saiu com eles para jogar sinuca num bar por perto e logo depois foram beber uma cervejas. Coincidentemente, no mesmo bar sentou-se o professor, para contar da viagem aos amigos. Logo de início, aquelas cobranças de primeiro encontro - mas nada que um primeiro encontro casual para quebrar com as barreiras. "Gostei dele." A irmã do jovem rapaz conversou um pouco com aquele outro e manifestou sua opinião. E nada mais importante na vida daquele aluno, da vida, que a opinião de sua irmã.
No meio das conversas e nas entrelinhas as coisas foram se acertando e a noite ainda estava apenas começando. Beberam mais um pouco, jogaram mais umas partidas de sinuca, fumaram mais alguns cigarros e finalmente algo deveria acontecer. Os familiares do jovem iriam para casa; ou ele partia com eles, ou ficava com o professor e seus amigos. Adivinhe qual foi a sua escolha... Ficaram no bar trocando carícias até que foram expulsos e de lá foram para a casa do professor. Se aquele elevador tivesse câmera, acho que as pessoas levariam um susto às duas da madrugada numa noite de lua cheia.
Assim que entraram no apartamento, os dois bohêmios se entregaram um ao outro. E a noite correu sem correntes e com diversos sabores de chocolate com menta, morango e menta pura. O calor dos dois corpos que se uniam pele com pele e suor. As línguas que corriam o corpo saboroso e as mãos que massageavam suas costas. Até os momentos que poderiam ser dolorosos, eram cobertos de carinho. E qualquer pedido de desculpas era sutilmente aceito sem precisar ser extravasado. Aquela noite superara qualquer expectativa, até às sete da manhã quando dormiam abraçados. Mas às dez, os beijos recomeçavam e mais prazer os levava até o meio-dia.
Tomaram café e fumaram juntos, como se já se conhecessem a muito tempo, mas aos poucos a realidade tomava conta e eles precisavam viver aquela segunda-feira que começava. E quando acesas as luzes, via-se nas paredes marcas de mãos sujas de chocolate, suor e corpo.
Na mente de cada um, o desejo de que aquela noite nunca tivesse terminado e a dúvida do que um pensou sobre o outro, mas tenho certeza de que os dois gostaram, só eles que ainda não perceberam isso. Mas isso será suficiente?
O professor havia acabado de chegar de viagem, uma semana fora. Enquanto o outro ficou ansiosos pela chegada deste. Permitam-me atrasar-me um pouco: Logo de início, conversaram dias sobre sexo e preferências sexuais; logo depois passaram para assuntos mais pessoais e então falavam sobre sexo entre os dois. A volta dessa viagem seria o estopim para que todas as expectativas de ambos se realizassem, ou não.
Naquele dia, o mais jovem havia ido visitar parentes que chegavam de viagem (engraçado, não?). Saiu com eles para jogar sinuca num bar por perto e logo depois foram beber uma cervejas. Coincidentemente, no mesmo bar sentou-se o professor, para contar da viagem aos amigos. Logo de início, aquelas cobranças de primeiro encontro - mas nada que um primeiro encontro casual para quebrar com as barreiras. "Gostei dele." A irmã do jovem rapaz conversou um pouco com aquele outro e manifestou sua opinião. E nada mais importante na vida daquele aluno, da vida, que a opinião de sua irmã.
No meio das conversas e nas entrelinhas as coisas foram se acertando e a noite ainda estava apenas começando. Beberam mais um pouco, jogaram mais umas partidas de sinuca, fumaram mais alguns cigarros e finalmente algo deveria acontecer. Os familiares do jovem iriam para casa; ou ele partia com eles, ou ficava com o professor e seus amigos. Adivinhe qual foi a sua escolha... Ficaram no bar trocando carícias até que foram expulsos e de lá foram para a casa do professor. Se aquele elevador tivesse câmera, acho que as pessoas levariam um susto às duas da madrugada numa noite de lua cheia.
Assim que entraram no apartamento, os dois bohêmios se entregaram um ao outro. E a noite correu sem correntes e com diversos sabores de chocolate com menta, morango e menta pura. O calor dos dois corpos que se uniam pele com pele e suor. As línguas que corriam o corpo saboroso e as mãos que massageavam suas costas. Até os momentos que poderiam ser dolorosos, eram cobertos de carinho. E qualquer pedido de desculpas era sutilmente aceito sem precisar ser extravasado. Aquela noite superara qualquer expectativa, até às sete da manhã quando dormiam abraçados. Mas às dez, os beijos recomeçavam e mais prazer os levava até o meio-dia.
Tomaram café e fumaram juntos, como se já se conhecessem a muito tempo, mas aos poucos a realidade tomava conta e eles precisavam viver aquela segunda-feira que começava. E quando acesas as luzes, via-se nas paredes marcas de mãos sujas de chocolate, suor e corpo.
Na mente de cada um, o desejo de que aquela noite nunca tivesse terminado e a dúvida do que um pensou sobre o outro, mas tenho certeza de que os dois gostaram, só eles que ainda não perceberam isso. Mas isso será suficiente?
Oi, :D
ResponderExcluirNão sabia que você tinha blog.
Estou te seguindo, me segue aí
Assinado: Alvaro, rs :D
http://nopapeldabala.blogspot.com
Obs: Li esse texto da volta. Gostei muito, muito mesmo. Adorei sua escrita!