Caminho em pensamentos desconexos que se desconcertam numa conversa solitária à dois, eu e Marie Cannabis Joana. Ela diz e eu rebato e então dialogamos. Minhas palavras nunca são suficientes a ela que sempre quer ouvir mais, que sempre que saber mais sobre mim e sobre o mundo e sempre tem duvidas, me trazendo perguntas sem resposta e palavras sem razão.
Minhas certezas se diluem na voz dela e eu quero mais é não ter certeza alguma. Assim eu estou descobrindo cada vez mais e conhecendo o novo - até mesmo o novo de um velho conhecido.
Minha mente não acompanha meu corpo que faz movimentos bucólicos e elásticos, procurando exercitar cada articulação. Meus passos não sabem onde vãoe nem de onde vem, pois não vão à lugar algum e não vem, ao contrário, surgem; então ando em circulos para nunca parar de andar.
Marie, a santa, não pára de falar ao meu lado e agora é ela que faz um monólogo solitário e eu sou somente um ouvinte das incertezas minhas que ela revela.
Minhas certezas se diluem na voz dela e eu quero mais é não ter certeza alguma. Assim eu estou descobrindo cada vez mais e conhecendo o novo - até mesmo o novo de um velho conhecido.
Minha mente não acompanha meu corpo que faz movimentos bucólicos e elásticos, procurando exercitar cada articulação. Meus passos não sabem onde vãoe nem de onde vem, pois não vão à lugar algum e não vem, ao contrário, surgem; então ando em circulos para nunca parar de andar.
Marie, a santa, não pára de falar ao meu lado e agora é ela que faz um monólogo solitário e eu sou somente um ouvinte das incertezas minhas que ela revela.
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