Tolo, aquela que caiu nos teus braços. Mais um vez você usou as mesmas armas. E eu as conheço de cor. Eu mesmo as criei e as lhe dei. Eu mesmo fiz-te por partes minhas perdidas na nossa cama. Teu tutano, tua memória discursiva, as palavras que vomitas e o molejo que larga dos quadris másculos e se confundem com as pernas. Foi eu quem lhe delineou, foi eu quem lhe desenhou, eu que lhe moldei, para mim, o filha da puta. Eu sou tua mãe, teu pai e tua irmã. Você não tem família, não; és um desgraçado qualquer que eu encontrei em copos cheios de amargura e álcool. Estava lá, jogado no chão das feridas mal curadas. E eu vi nos teus olhos a beleza vagabunda de um desafio que seria dos mais impossíveis. Te peguei, te dei sexo, te dei gozo e goza. Te Levei para debaixo do meu teto de zinco. Por entre minhas paredes de madeira. Te fiz homem vivo, pois antes de mim, era morto. Morto! Me ouvistes bem?
E se morto estava quando lhe encontrei, morto estarás agora, que me virou as costas. Mil pragas lhe rogo, mesmo que três mil me venham contra mim. Tuas guias, tu esqueceste atrás de minha porta, não tens mais a proteção daqueles que iluminavam tua estrela. E ela irá se apagar, passo a passo, até que tu, novamente estará preso no colo de outra, já que de homens não queres mais saber, não é? Filho de uma Puta! Fui eu quem te deu amor, comida, casa e rabo para comer! E se achas que qualquer mulher irá aceitar teu acessos de bicha, que pede por pau, está MUITO enganado meu amor. Nenhum dedo se compara com o molejo do meu sexo. E agora terás de sufocar teus gemidos. E eu irei rir, gargalhar, de te ver fudendo uma rosa, com asco de seu cheiro. Goza nenhuma lhe irá satisfazer, orgasmos não serão os mesmo de quando tinha-mo-nos juntos, lembra? Tua mulher não irá nem gemer, menos ainda gostar da tua foda, pois eu lhe ensinei a comer um homem e não uma mulher. Nem chupar direito essas porras de mulheres sabem. E teus olhos irão se virar por puro fingimento.
E não se sinta feliz, desgraçado, em ver meus olhos cheio de lágrimas. Lágrimas de ódio de secam e se tonam amargas - pois se não é mais amor o que sinto por tu, será ódio o que sentirei! Meu coração é um tormento. É uma dor no baço, uma insatisfação de estar no mundo. Você não foi capaz nem de me deixar triste com tua partida. Burro! Tinhas de me deixar aos poucos, para que pudesse sofrer tua partida. mas não, decidiste partir de súbito me enchendo o fígado de amarguras.
Mas ainda não acabou, não! Não vai ser hoje que irá acabar, nem amanhã. Tudo é um ciclo, uma roda. E se foi morto nas ruas que te encontrei, morto nas ruas é que irei lhe recolher novamente.
E se morto estava quando lhe encontrei, morto estarás agora, que me virou as costas. Mil pragas lhe rogo, mesmo que três mil me venham contra mim. Tuas guias, tu esqueceste atrás de minha porta, não tens mais a proteção daqueles que iluminavam tua estrela. E ela irá se apagar, passo a passo, até que tu, novamente estará preso no colo de outra, já que de homens não queres mais saber, não é? Filho de uma Puta! Fui eu quem te deu amor, comida, casa e rabo para comer! E se achas que qualquer mulher irá aceitar teu acessos de bicha, que pede por pau, está MUITO enganado meu amor. Nenhum dedo se compara com o molejo do meu sexo. E agora terás de sufocar teus gemidos. E eu irei rir, gargalhar, de te ver fudendo uma rosa, com asco de seu cheiro. Goza nenhuma lhe irá satisfazer, orgasmos não serão os mesmo de quando tinha-mo-nos juntos, lembra? Tua mulher não irá nem gemer, menos ainda gostar da tua foda, pois eu lhe ensinei a comer um homem e não uma mulher. Nem chupar direito essas porras de mulheres sabem. E teus olhos irão se virar por puro fingimento.
E não se sinta feliz, desgraçado, em ver meus olhos cheio de lágrimas. Lágrimas de ódio de secam e se tonam amargas - pois se não é mais amor o que sinto por tu, será ódio o que sentirei! Meu coração é um tormento. É uma dor no baço, uma insatisfação de estar no mundo. Você não foi capaz nem de me deixar triste com tua partida. Burro! Tinhas de me deixar aos poucos, para que pudesse sofrer tua partida. mas não, decidiste partir de súbito me enchendo o fígado de amarguras.
Mas ainda não acabou, não! Não vai ser hoje que irá acabar, nem amanhã. Tudo é um ciclo, uma roda. E se foi morto nas ruas que te encontrei, morto nas ruas é que irei lhe recolher novamente.
Só perdoo as ofensas as mulheres por que você estava com raiva... rs.
ResponderExcluirLembrei muito de Gota D'agua, intenso o texto.